(Publicado pelo Conselho Regional de Economia do Distrito Federal em 2001) Estabelece analogias entre o pensamento econômico e visões científicas e religiosas que justificavam o colonialismo. É criticada a percepção da economia como um sistema ideal, com mercados livres e agentes racionais. A enganosa naturalização do sistema econômico leva a que conceitos como deficit público e taxa de juros sejam percebidos como elementos imutáveis da natureza, não cabendo seu controle à sociedade. Leia mais